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TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
Autor: Handerson Handnelle de Almeida Alves
Publicado em 01/02/2012
Visualizado 6769 vezes
Por: Handerson Handnelle de A
Descrição do Material

TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA
 
CONCEITUAÇÃO
 
Técnicas de auditoria são o conjunto de investigações empregadas pelo auditor para reunir todas as evidências necessárias para a emissão de um parecer bem fundamentado. As técnicas não são provas entre si: elas proporcionam a obtenção das provas necessárias para o auditor emitir sua opinião.
 
Todo o trabalho de auditoria é sustentado por um conjunto de normas técnicas que recebem o nome de Normas de Auditoria Geralmente Aceitas no Brasil ou Normas Usuais de Auditoria.
 
Procedimentos de Auditoria
 
São as investigações técnicas que, tomadas em conjunto, permitem a formação fundamentada da opinião do auditor sobre o trabalho realizado.
Constituem ferramentas técnicas, das quais o auditor se utiliza para a realização de seu trabalho, consistindo na reunião das informações possíveis e necessárias e avaliação dessas informações, para a formação de sua opinião imparcial.
 
São o conjunto de técnicas que permitem ao auditor obter evidências ou provas suficientes  e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações contábeis auditadas, e abrangem testes de observância e testes substantivos.
 
OBJETIVOS
 
As Técnicas de Auditoria correspondem a utilização de ferramentas de trabalho, que possibilitam ao auditor formar a sua opinião.
O objetivo da auditoria é fundamentar seu ponto de vista com fatos, evidências e informações possíveis, necessárias e materiais.
A aplicação dos procedimentos de auditoria tem que estar atrelada ao objetivo que se quer atingir. Os objetivos é a meta a ser alcançada. Os procedimentos são os caminhos (meios) que levam à consecução do objetivo.
Se o objetivo é determinar a existência física de um bem, o caminho a seguir é inspecioná-lo fisicamente, buscar uma prova material e satisfatória.
 
RESPONSABILIDADE DO AUDITOR
 
Cabe ao auditor identificar e atestar a validade de qualquer afirmação, aplicando os procedimentos adequados a cada caso, na extensão e profundidade que cada caso requer, até a obtenção de provas materiais que comprovem, satisfatoriamente, a afirmação analisada.
A atitude no recolhimento e avaliação das provas necessita ser independente e impessoal, e o auditor deve agir com critério de forma isenta e inquestionável.
Dessa forma, cabe ao auditor aplicar os procedimentos de auditoria adequados para cada caso, na extensão e profundidade necessárias, até a obtenção de provas materiais ou informações persuasivas que comprovem satisfatoriamente o fato investigado.
 
A avaliação desses elementos fica a critério do auditor, obedecido o seguinte:
Simples registro contábil em outras comprovações não constitui elemento comprobatório;
Na ausência de comprovantes idôneos, corroboram, para a determinação de validade dos registros contábeis, sua objetividade, sua objetividade, sua tempestividade e sua correlação com outros registros contábeis ou elementos extracontábeis;
Para ser aceitável, a correlação deve legítima e relevante, dependendo das seguintes circunstâncias:
 
Quando a correlação puder ser verificada relativamente á fonte externa, ela proporciona maior grau de confiança do que quando verificada na própria empresa;
 
Quando as condições do sistema contábil e do controle interno forem satisfatórias, os registros e as demonstrações contábeis proporcionam maior de confiança;
 
O conhecimento direto e pessoal, obtido pelo auditor por meio de verificações físicas, observações, cálculos e inspeções, oferece maior segurança do que as informações colhidas indiretamente.
 
FATOS, EVIDÊNCIAS E INFORMAÇÕES.
“A opinião formada pelo auditor precisa estar apoiada em bases sólidas, alicerçada em fatos comprovados, evidências factuais e informações irrefutáveis”.
Dessa forma, o auditor precisa adotar algumas posturas, tais como:
Ser seu próprio controlador-atuar como fiel da balança, não chegar a conclusões precipitadas devido à falta de substância das provas colhidas ou à interferência de pontos de vista diferentes dos seus.
Cada prova obtida tem que ser adequadamente pesada-avaliar cada elemento quanto à sua objetividade, importância, validade e confiabilidade.
Obtenção de provas-a dificuldade ou o custo da prova a ser obtida não deve ser impedimentos para não obtê-la, a menos que o auditor a julgue desnecessária. Caso obtenha provas concretas suficientes que o convençam, tem que estar seguro para convencer, por outro lado, pessoas que não estejam ligadas ao fato.
 
EXTENSÃO E PROFUNDIDADE
 
A complexidade e o volume das operações realizadas pelas empresas fazem com que os procedimentos de auditoria sejam aplicados por meio de provas seletivas, testes e amostragem.
Dessa forma, cabe ao auditor, com base nos elementos de juízos de que disponha, determinar o número e a profundidade de operações a serem examinadas, de forma a obter elementos de convicção que sejam válidos para o todo.
 
JULGAMENTO DO AUDITOR-FATORES A SEREM OBSERVADOS
 
Os seguintes elementos devem ser analisados pelo auditor para exercer seu juízo à luz de elementos palpáveis:
 
  A natureza do item em exame;
  A materialidade;
  O risco envolvido;
  O tipo de material como prova disponível
 
 
O uso de amostragem estatística têm sido, em alguns casos, considerado vantajoso. O emprego dessa prática não restringe o julgamento do auditor, mas fornece fórmulas estatísticas para a medição dos resultados obtidos, que, de outro modo, poderiam não ser considerados.
 
Os padrões reconhecidos de auditoria exigem que, em cada exame, o nível do trabalho seja adequado para fundamentar um parecer competente. Isso não significa que o nível de teste em profundidade e extensão deva ser o mesmo, para cada caso, tampouco significa que deva ser igual de um ano para outro.
 
OPORTUNIDADE
 
Consiste na fixação de época apropriada para aplicação de procedimentos de auditoria.
Um procedimento de auditoria proporciona maior ou menor benefício em decorrência de ser aplicado no momento oportuno.
A oportunidade deve ser vista e perseguida permanentemente. A astúcia e perspicácia tornam-se fatores imprescindíveis para a aplicação do procedimento em momento oportuno.
À medida que o conhecimento do auditor avança do auditor avança em todos os sentidos, sua visão torna-se mais ampla e periférica, conhecendo em detalhes a forma com que se processam os elementos e seus riscos, podendo determinar a aplicação de determinados procedimentos nos momentos mais oportunos.
 
Técnicas de auditoria
 
Para colher as evidências que lhe proporcionem atestar a fidedignidade das demonstrações contábeis, o auditor emprega vários métodos, chamados de técnicas de auditoria.
 
As técnicas de auditoria mais usuais são as seguintes:
 
  Exame e contagem física;
  Circularização;
  Conferência de cálculos;
  Inspeção de documentos;
  Averiguação; e
  Correlação.
 
EXAME FÍSICO E CONTAGEM FÍSICA
 
É a verificação in loco. Proporciona ao auditor a formação de opinião quanto a existência física do objeto ou item examinado. Esse procedimento é utilizado para as contas do ativo e consiste em identificar fisicamente o bem declarado nas demonstrações contábeis. Esse procedimento deve conter as seguintes características:
 
  Identificação-comprovação, por meio do exame visual, do item específico a ser examinado;
  Existência física-comprovação, por meio da constatação visual, de que o objeto ou item examinado existe realmente;
  Autenticidade-poder de discernimento de que o item ou objeto examinado é fidedigno;
  Quantidade-apuração das quantidades reais existentes fisicamente;
  Qualidade-exame visual de que o objeto examinado permanece em uso, não está deteriorado e merece fé;
 
Dessa forma, o exame físico compreende contagem, identificação, verificação de pleno uso e qualidade do bem. A efetividade de aplicação dessa técnica limitada a bens corpóreos ou que possam ser objeto de qualquer prova tangível de sua existência. Sua utilidade abrange a coleta de evidências sobre os bens integrantes do ativo permanente, estoques, numerários em mãos, títulos negociáveis e outros valores mobiliários.
A existência física serve para determinar que os registros contábeis estão corretos e seus valores adequados, em função da qualidade do item examinado.
 
Ativos que  normalmente são submetidos à contagem física pelo auditor:
 
  Dinheiro em caixa (contagem de caixa);
  Estoques (contagem de estoques);
  Títulos (Contagem de investimentos: ações, títulos de aplicações financeiras etc);
  Bem do ativo imobilizado (contagem de bens do ativo imobilizado)
  Cautela de ações de capital (Contagem de cautela de ações de capital).
 
CONFIRMAÇÃO COM TERCEIROS (CIRCULARIZAÇÃO)
 
Implica a obtenção de declaração formal e imparcial de pessoas independentes à empresa e que estejam habilitadas para confirmar. Consiste na obtenção, pelo auditor, de uma declaração escrita, junto a fontes externas capacitadas para tanto. Consiste na corroboração por escrito de terceiros, em relação a determinadas informações de interesse.
É utilizado pelo auditor para confirmar, por meio de correspondência (carta), bens de propriedade da empresa em poder de terceiros, direitos a receber e obrigações.
A evidência corroborativa obtida de fontes independentes externas à empresa proporciona maior segurança, para fins de uma auditoria independente do que aquela obtida exclusivamente dentro da empresa.
O terceiro pode ser solicitado a:
 
  Fornecer informações abrangentes (forma indefinida ou positiva em branco);
  Confirmar a informação constante na solicitação ou esclarecer a razão da incorreção (forma positiva ou positiva em preto).
  Responder apenas se a informação constante na solicitação for incorreta (forma negativa).
 
O documento com a declaração deve seguir diretamente para o auditor, sem interferência da empresa auditada. O pedido de informações a fonte externa deve ser preparado por um funcionário da empresa, sob a atenta supervisão do auditor. Essa técnica permite reunir evidências sobre a fidedignidade dos saldos das contas a receber e a pagar, saldos bancários, contas de empréstimos, estoques em poder de terceiros, passivos contingentes, coberturas de seguros e credores em geral.
 
Para a aplicação dessa técnica de confirmação, o auditor leva em consideração os seguintes aspectos:
 
  Data-base de confirmação;
  Amplitude do teste de confirmação;
  Tipo de confirmação a ser empregado.
 
A data-base e amplitude do teste de confirmação são dependentes da avaliação e efetividade dos controles internos.
 
Cuidados necessários para assegurar a eficácia da técnica de confirmação com terceiros (circularização):
 
O auditor seleciona os saldos sobre os quais ele julga necessário obter confirmação. São usados formulários impressos para os pedidos de confirmações. O cliente prepara as cartas com o pedido de confirmação, assina e as envia ao auditor, para aprovação final. O auditor confere o nome da fonte externa, endereço, valores e outros detalhes, de forma a evitar qualquer problema que possa provocar resposta incorreta.
 
O auditor coloca a carta no envelope com os dados do destinatário, tendo cuidado de indicar seu endereço como remetente, para a eventualidade de devolução por incorreção de endereço ou nome da fonte consultada. O auditor também põe a correspondência no correio, tarefa esta que pode ser deixada por conta do cliente.
 
O auditor deve anexar ao pedido de confirmação um envelope de porte pago, contendo seu nome e endereço, para assegurar que a resposta será enviada diretamente a seu escritório, sem qualquer interceptação.
 
Ao receber as respostas, o auditor concilia as informações assim obtidas com os registros contábeis do cliente, analisando minunciosamente qualquer discrepância.
 
A falta de resposta pode ensejar a repetição do pedido. Persistindo o fato, o auditor após autorização do cliente, pode dirigir-se pessoalmente à fonte externa, afim de obter a confirmação desejada.
 
As confirmações de contas do ativo indicam sempre o valor do saldo na conta desejada, de acordo com os registros do cliente e sua composição, solicitando-se à fonte externa confirmação para estes dados. As circularizações de contas passivas não devem trazer indicação do valor devido conforme os livros, ou a natureza do débito, solicitando à fonte externa que preste esse tipo de informação.
 
Tipos de confirmação
 
O auditor dispõe de dois tipos diferentes de circularização:
 
  Circularização positiva; e
  Circularização negativa
 
Circularização do tipo positiva-é utilizada quando há necessidade de resposta da pessoa de quem quer se obter uma confirmação formal. É o que traz mais subsídios uma vez que há a evidência através de resposta formal de quem se quer obter retorno.
 
Este pedido pode ser usado de duas formas:
 
Branco-quando não se colocam valores nos pedidos de confirmação e
Preto-quando utilizados saldos ou valores a serem confirmados na data-base indicada.
 
Circularização do tipo negativa-utilizado somente quando a resposta for necessária em caso de discordância da pessoa de quem se quer obter confirmação, ou seja na falta de confirmação, o auditor entende que a pessoa concorda com os valores colocados no pedido de confirmação.
 
O pedido de confirmação negativa é geralmente usado como complemento do pedido de confirmação positivo e deve ser expedido em carta registrada para se assegurar que a pessoa receberá o pedido de confirmação.
 
É recomendável que o auditor determine adequadamente o tipo de confirmação necessária, podendo utilizar ambos os tipos de confirmação.
 
Controle das confirmações
 
Após a seleção dos itens a serem confirmados, o auditor deve exercer controle rigoroso quanto ao despacho dos pedidos de confirmação e o efetivo recebimento das respostas. Dessa forma, o auditor deve manter as seguintes informações:
 
  Seleção criteriosa dos itens a serem confirmados;
  Preenchimento das cartas de pedidos de confirmação, com as datas determinadas como base para o procedimento de confirmação
  Revisão detalhada pelo auditor, da datilografia, quanto ao nome e endereço da pessoa selecionada, data-base do pedido de confirmação e as assinaturas autorizadas.
  Controle dos pedidos de confirmação a serem despachados;
  Envelopamento das circulares, colocação do envelope de retorno (carta resposta porte pago), selagem e postagem;
  Verificação das confirmações recebidas e despacho do 2º pedido para as não respondidas;
  Confirmação pessoal para os pedidos de confirmação não respondidas ao 1º e 2º pedidos; e
  Procedimento alternativo de verificação para as respostas não recebidas, através de 1º e 2º pedidos de confirmação pessoal
  Com relação à confirmação positiva, o auditor deve envidar esforços para a obtenção de uma resposta, utilizando o 1º pedido de confirmação, o 2º pedido de confirmação ou a confirmação pessoal pessoal junto à empresa da qual se queira resposta.
 
Exemplos de itens que normalmente são submetidos à confirmação pelo auditor:
 
  Dinheiro em conta corrente bancária;
  Contas a receber de clientes;
  Estoque em poder de terceiros;
  Títulos em poder de terceiros;
  Contas a pagar a fornecedores;
  Empréstimos a pagar.
 
EXAME DOS DOCUMENTOS ORIGINAIS OU INSPEÇÃO DE DOCUMENTOS
 
Trata-se de procedimento voltado para a comprovação das transações, que por exigências legais, comerciais ou de controle são evidenciadas pro documentos comprobatórios destas transações.
 
A documentação hábil ou suporte acompanha e atesta a idoneidade da realização das transações comerciais, sendo a base de inúmeras ocorrências contábeis, fiscais e legais.
Os documentos representam os comprovantes hábeis que suportam os lançamentos contábeis nas contas de ativo, passivo, receita e despesa. O auditor examina esses documentos com o objetivo de constatar a veracidade dos valores registrados.
 
 
Tipos de Documentos
 
Documentos internos-são aqueles produzidos pela própria empresa.
Documentos externos-fornecidos por terceiros à empresa, normalmente comprovando algum tipo de transação.
Exemplos de documentos internos
 
  Relatório de despesas;
  Boletim de caixa
  Mapas demonstrativos (apropriação de custos, depreciação, amortização etc)
  Requisição de compras;
  Mapa de licitação de compras;
  Registro de empregados;
  Folha de pagamento;
  Livros sociais (atas de reunião de acionistas, conselho de administração, diretoria e conselho fiscal)
 
Exemplos de documentos externos
 
  Notas Fiscais, faturas e duplicatas de fornecedores;
  Apólice de seguro;
  Contratos;
  Escrituras de imóveis;
  Certificados de propriedade de veículos
 
O exame realizado pelo auditor sobre tais documentos deve atender às seguintes condições:
 
  Autenticidade-verificar se a documentação examinada é fidedigna e merece fé;
  Normalidade-verificar se a transação é adequada em função da atividade da empresa;
  Aprovação-verificar se a transação e documentação suporte foram aprovadas por pessoa autorizada.
  Registro-comprovar que o registro das operações foi adequado, a documentação é hábil e houve correspondência contábil, fiscal etc.      
 
Exemplo: Exame dos documentos originais referente a compra de ativo imobilizado.
Fatores a serem observados em relação à documentação suporte:
 
  Autenticidade-confrontação com as notas fiscais, duplicatas nominais, quitadas e emitidas por fornecedores fidedignos.
  Normalidade-verificar se aquisições de itens do imobilizado são normais em relação à atividade da empresa se são utilizados para a elaboração de produtos destinados a venda que fazem parte de seu objeto social.
  Aprovação-verificar se existe aprovações de pessoas responsáveis pela administração da empresa e;.
  Registro-verificar se estão registradas em contas adequadas de ativo permanente de imobilizado.
 
Com a devida atenção, o auditor verificará:
 
  Se o documento é legítimo e autêntico;
  Se se refere realmente à operação escriturada;
  Se essa operação corresponde aos objetivos da empresa;
  Se o documento está corretamente preenchido, inclusive quanto a datas, destinatário, cálculos e outros dados intrínsecos;
  Se o registro das operações é adequado em função da documentação examinada e se está refletida contabilmente em contas apropriadas.
 
Nos casos de documentos oficiais, contratos e escrituras, verificará se existe o registro em órgão competente, que lhe dá validade insuspeita.
 
INSPEÇÃO
 
Inspeção é a técnica de auditoria de que o auditor se utiliza para examinar a comprovação documental das transações. Basicamente, as transações entre empresas e pessoas envolvem algum tipo de documento, que serve de explicação para os detalhes sobre o que foi feito e que consequências se esperam do fato. Uma transação, em verdade, quase sempre origina-se de um documento. A inspeção compreende a verificação da legitimidade do documento em primeiro lugar, e conseqüentemente, da transação. É quando o auditor confirma se a transação foi autorizada, o que pode ser constatado por assinatura ou rubrica de pessoa encarregada, no próprio documento.
 
Tendo contato íntimo com os documentos, o auditor adquire conhecimento importante sobre os negócios realizados pela empresa, o que lhe permite identificar situações não usuais ou problemáticas, com certa antecipação.  Muitos enganos e irregularidades são descobertos durante a aplicação desta importante técnica de coleta de evidências.
 
Exemplos de documentação de transações que normalmente são submetidos ao exame ou inspeção pelo auditor:
 
  Documentação de aquisição de matérias-primas;
  Documentação de aquisição de itens do imobilizado;
  Documentação de Vendas realizadas

Comentários
carlos alfredo s santos Segunda, 11/11/2013 12:42 escreveu:
muito bom material.
ANDRE LUIZ DA SILVA RIBEIRO GOMES Sábado, 10/03/2012 10:35 escreveu:
ótimo material e bons estudos.
Seu nome:
  Nota:
Comentário: 0/600

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